A Prefeitura Municipal de Guiratinga, por meio da Secretaria de Educação, divulgou nota oficial nesta quinta-feira (27) repudiando veementemente o ato de violência praticado contra uma professora da rede pública municipal, ocorrido na última quarta-feira (26).
Segundo o comunicado, a gestão reafirma apoio integral à profissional envolvida e informa que acompanha de perto o desenrolar dos fatos, adotando todas as providências cabíveis para garantir a segurança e a integridade física e emocional dos servidores da educação.
Em sua manifestação, a Prefeitura destacou que a escola deve ser um espaço de acolhimento, respeito, aprendizado e construção de valores, e que atos de violência são incompatíveis com o ambiente escolar e não serão tolerados.
A nota também reforça o compromisso da administração municipal em fortalecer políticas de prevenção, proteção e promoção de um ambiente educacional seguro para todos.
“Reafirmamos nosso total apoio à profissional envolvida e informamos que estamos acompanhando de perto o desenrolar dos fatos, adotando todas as providências cabíveis para garantir a segurança e a integridade física e emocional dos servidores da educação.”
“Ressaltamos que escola não é lugar de violência, mas sim de acolhimento, respeito, aprendizado e construção de valores. Atos como esse são incompatíveis com o ambiente escolar e não serão tolerados.”
A Prefeitura seguirá trabalhando para fortalecer políticas de prevenção, proteção e promoção de um ambiente educacional seguro para todos.
Entenda o Caso
De acordo com boletim de ocorrência confeccionado pelo 2° Pelotão da Polícia Militar, um aluno menor de idade agrediu a professora de 47 anos, com diversos chutes na barriga, socos no rosto e mordidas no braço direito e no dedo da mão esquerda, causando lesões.
Segundo relato do diretor da unidade, o estudante de 11 anos, estava bastante exaltado e chegou a ameaçá-lo de morte, afirmando que seu pai seria “bandido”. O diretor precisou conter o aluno para evitar que fugisse da escola.
A Polícia Militar foi acionada imediatamente e se deslocou até o local. O Conselho Tutelar também foi chamado e os conselheiros Luiz Eduardo e Sirleide acompanharam a ocorrência. O pai da criança compareceu à sede do 2° Pelotão e permaneceu até o encerramento do registro policial.
Diante da gravidade da situação, o boletim de ocorrência foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, que deverá adotar as medidas cabíveis.
O caso reacende o debate sobre violência escolar e a segurança de professores dentro das salas de aula. Autoridades locais estudam medidas para reforçar o acompanhamento psicológico dos estudantes e garantir melhores condições de trabalho para os educadores
