O estado de Mato Grosso conquistou espaço relevante na edição mais recente do levantamento Melhores Cidades para Fazer Negócios, realizado pela consultoria Urban Systems e publicado pela revista Exame. O estudo avalia municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, considerando fatores como infraestrutura, mercado de trabalho, potencial de consumo e ambiente de negócios

Quatro cidades mato-grossenses no ranking

Cuiabá – 23ª posição, com índice de qualidade mercadológica de 1.287.

Várzea Grande – 55ª colocada, índice de 1.103.

Rondonópolis – 70ª posição, índice de 1.059.

Sinop – 95ª colocada, índice de 0.994

Esses resultados refletem o crescimento econômico e imobiliário das cidades, que vêm registrando expansão em diversos setores, especialmente no mercado de imóveis e serviços.

Comparativo nacional

O ranking é liderado por São Paulo, com índice de 7.971, seguida por Rio de Janeiro (3.887), Brasília (3.142), Belo Horizonte (2.606) e Curitiba (2.149). Apesar da diferença em relação às grandes capitais, a presença de quatro cidades mato-grossenses entre as 100 melhores reforça o papel do estado como novo polo de oportunidades de negócios.

A inclusão de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop no ranking evidencia:

  • Diversificação econômica: além do agronegócio, setores como comércio, serviços e construção civil ganham força.
  • Atração de investimentos: o reconhecimento nacional aumenta a visibilidade das cidades para investidores.
  • Potencial de consumo: crescimento populacional e renda ampliam o mercado interno.

O desempenho de Mato Grosso no levantamento da Urban Systems mostra que o estado está consolidando sua posição como referência regional em desenvolvimento urbano e econômico. Com quatro cidades entre as melhores para fazer negócios, MT reafirma sua vocação empreendedora e se projeta como um dos principais destinos para investimentos no Brasil.

Cuiabá — Capital administrativa e de serviços

  • Função: Centro político, administrativo e logístico.
  • Destaque no ranking: 14ª posição geral e 23ª em mercado imobiliário.
  • Força: Serviços, comércio e logística.
  • Oportunidades: Tecnologia, mercado imobiliário, serviços especializados e distribuição regional.

🏭 Rondonópolis — Polo agroindustrial

  • Função: Capital do agronegócio processado.
  • Destaque: Forte em soja, milho, algodão e processamento agroindustrial.
  • Força: Exportação agrícola e logística ferroviária/rodoviária.
  • Oportunidades: Indústrias de transformação, logística multimodal e bioenergia.

🏙️ Várzea Grande — Centro logístico-comercial

  • Função: Cidade complementar a Cuiabá.
  • Destaque: Aeroporto Marechal Rondon e comércio crescente.
  • Força: Serviços, logística aérea e indústria leve.
  • Oportunidades: Transporte aéreo, comércio atacadista e apoio industrial.

🔄 Como se complementam

  • Cuiabá + Várzea Grande: Formam uma região metropolitana que concentra serviços, comércio e logística aérea.
  • Rondonópolis: Atua como hub agroindustrial, conectando a produção agrícola do interior ao mercado nacional e internacional.
  • Integração: Cuiabá organiza, Várzea Grande distribui e Rondonópolis produz — criando um ecossistema econômico integrado.

Mato Grosso aparece no ranking com cidades que representam três pilares complementares:

  • Serviços e administração (Cuiabá)
  • Produção agroindustrial (Rondonópolis)
  • Logística e comércio (Várzea Grande)

Esse tripé fortalece o estado como potência nacional no agronegócio e nos negócios urbanos, atraindo investimentos em infraestrutura, tecnologia e exportação.

Esse tripé mostra que Mato Grosso não depende apenas da produção agrícola:

  • Cuiabá e Várzea Grande formam uma metrópole de serviços e logística.
  • Rondonópolis garante a força produtiva e exportadora.
  • Juntas, essas cidades criam um ecossistema integrado que fortalece o estado como potência nacional no agronegócio e nos negócios urbanos.