A idosa foi levada ao avião por cinco familiares, acomodada em cadeira de rodas. Segundo testemunhas, funcionários questionaram sobre sua condição, mas os parentes afirmaram que ela estava apenas indisposta e cansada.
Durante o taxiamento da aeronave, a tripulação percebeu que a passageira não apresentava sinais vitais. O avião retornou ao terminal e o voo foi suspenso.
A companhia aérea informou que a passageira tinha autorização médica para viajar e que estava viva no momento do embarque, mas faleceu antes da decolagem.
O caso está sob investigação das autoridades espanholas, que devem apurar se houve irregularidade ou omissão por parte da família.
O episódio levantou debates sobre protocolos de embarque e responsabilidade das companhias aéreas em casos de passageiros com condições médicas graves.
A situação também gerou questionamentos éticos sobre a conduta da família e os limites da fiscalização em aeroportos.
