Durante sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), realizada em 7 de maio de 2026, a ministra Cármen Lúcia fez uma observação bem-humorada ao tratar da complexidade das eleições brasileiras. Segundo ela, “Deus ajuda os loucos, os bêbados e também o povo da Justiça Eleitoral”, destacando que apenas uma “intervenção divina” explicaria como tudo dá certo nos pleitos nacionais.

Na mesma ocasião, a ministra esclareceu que não antecipou seu mandato como presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Explicou que o período de dois anos na presidência se encerra naturalmente e que é comum renunciar ao tempo restante como integrante da Corte Eleitoral, já que os mandatos no STF e no TSE não são equivalentes. A decisão, segundo ela, visa garantir que a composição responsável pelas eleições de outubro esteja completa e preparada.

O comentário de Cármen Lúcia evidencia:

  • A dimensão dos desafios eleitorais no Brasil, país com mais de 150 milhões de eleitores.
  • O papel da Justiça Eleitoral como instituição central na democracia.
  • O tom humano e bem-humorado da ministra, que buscou aliviar a tensão em meio a debates sobre sua saída do TSE.

*Redação com Migalhas