O novo esquema envolve uma combinação de engenharia social sofisticada e tecnologia de acesso remoto. Veja os principais métodos usados:
- Mensagens falsas e notificações enganosas: Os golpistas enviam alertas de transações inexistentes ou links disfarçados, induzindo o usuário a clicar e fornecer dados bancários.
- Promessas de prêmios ou devoluções: Muitas vítimas são atraídas por supostos bônus ou reembolsos, que exigem o preenchimento de formulários com informações sensíveis.
- Uso de aplicativos legítimos de acesso remoto: Criminosos se passam por funcionários de bancos e convencem a vítima a instalar apps como AnyDesk ou TeamViewer. Com isso, conseguem controlar o celular e realizar transferências via Pix.
- Por que é difícil detectar
- Aparência legítima: Os aplicativos usados são reais e amplamente utilizados para suporte técnico.
- Interação direta com a vítima: O golpe ocorre por telefone ou mensagem, com linguagem profissional e convincente.
- Acesso completo ao dispositivo: Uma vez instalado o app de acesso remoto, os criminosos podem burlar autenticações e até antivírus.
Como se proteger
- Nunca instale aplicativos por sugestão de terceiros desconhecidos, mesmo que se identifiquem como funcionários de bancos.
- Desconfie de mensagens com links ou promessas de dinheiro fácil.
- Ative autenticação em dois fatores nos aplicativos bancários.
- Verifique sempre o remetente das mensagens e ligações. Bancos não pedem instalação de apps nem dados sensíveis por telefone.
O golpe tem se espalhado rapidamente em 2025, com milhares de vítimas relatando perdas financeiras significativas. A popularidade do Pix, que já ultrapassa 150 milhões de usuários no Brasil, tornou o sistema um alvo constante para criminosos digitais.
